Use a comunicação a seu favor
Profissionais
de diversas áreas buscam soluções para divulgação da sua marca sem planejamento
prévio, com grandes gastos e sem muitos resultados. Mal sabem que por meio de
simples ações, com estratégias de comunicação corporativa, é possível a
divulgação de sua área de atuação, onde você, profissional e a sociedade saem
ganhando. Isso por que muitos profissionais exercem atividades que, podem ser
voltadas para utilidade pública.
Assuntos
polêmicos são levantados diariamente na mídia. Planejamento familiar, vida
saudável, imposto de renda, novo código civil, dentre outros – temas que muitas
vezes carecem de um maior esclarecimento. Esses profissionais podem suprir a
carência de informação, dentro da sua área de atuação, com textos de interesse
público e que acabam por divulgar seus escritórios, empresas e nome, dando
maior visibilidade e conseqüentemente, alavancando seus negócios.
Publicação
de artigos, notas de utilidade pública, palestras, trabalho de relacionamento
com imprensa são apenas algumas das ações que podem ser desenvolvidas com apoio
de um profissional de comunicação corporativa e que surtem um efeito muito
positivo com bons retornos.
Entretanto,
poucos entendem a comunicação como um trabalho de construção. O interessante é
investir a longo prazo, trabalhando com diversas ações, fazendo avaliações
periódicas para melhoria das estratégias já lançadas e implementação de outras,
quando necessário.
Com
base nos resultados e investimentos disponíveis podem ser
desenvolvidas outras
ações para sustentação e
confirmação do que já vêm sendo trabalhado,
por meio
de publicidade, propaganda ou marketing.
O
ideal é ter a consultoria de um profissional da área para direcionar os
investimentos em comunicação com resultados satisfatórios.
Lara
Medeiros - Relações Públicas – Conrerp n° 1.612
Coordenadora
de Relações Institucionais - VSM Comunicação
Conselheira
Suplente Conrerp 5° região
Ponto de vista
Recentemente recebi um e-mail
criticando os investimentos em comunicação corporativa do Governo Federal,
fruto de uma licitação feita pela Secretaria de Comunicação do Governo (Secom).
O que deveria ser uma crítica, para nós – que somos especialistas da área – o
texto é uma demonstração de um competente trabalho em prol da imagem
institucional do País e, conseqüentemente, do seu presidente. Para as empresas
que investem em comunicação corporativa essa crítica só servirá para comprovar
que quem aposta nessa área só tem a ganhar!
O trecho, do e-mail em
referência, que transcrevo a seguir, reforça o que digo. "Mas os
resultados foram simplesmente espetaculares. Em 2009, Lula concedeu 114
entrevistas, das quais 43 exclusivas para as maiores redes de comunicação
internacionais e para os maiores jornais e revistas, oferecidas tanto no Brasil
quanto no exterior. Frente a tudo isso, fica fácil entender à razão pela qual o
premiadíssimo Lula, no ano da grande crise, se saísse melhor do que o Brasil, em
termos de imagem internacional.
Um dos países que mais incensaram
Lula foram os Estados Unidos da América,
onde Obama o chamou de "meu
cara". A Espanha, cujo maior
jornal elegeu o presidente brasileiro
Homem do Ano, assim como a França, onde
o periódico mais importante escolheu Lula como o personagem de 2009. E
também teve a Inglaterra, onde o
Financial Times identificou o brasileiro
como um dos líderes que moldaram a década". Veja que, mesmo na crise, a imagem do País
não se abalou. É óbvio que isso ocorreu graças a outras ações, principalmente,
na área econômica, iniciativas de gestões anteriores, além da conjuntura
mundial favorável ao País. Mas, certamente, a comunicação teve (e tem) um papel
preponderante na construção desse cenário favorável!
Agora, querer atribuir o déficit
comercial com alguns países ao competente trabalho de comunicação é
desconhecimento ou fisiologismo político/partidário puro! Lá na frente o texto
diz o seguinte: "... O que o Brasil ganhou com isso? Os Estados Unidos compraram
45% menos produtos e serviços brasileiros no ano que passou. A Espanha reduziu
as suas compras em 34%. A França importou menos 33% e a Inglaterra cortou em 9%
as compras do Brasil. O resultado final é que os países que transformaram
Lula em sucesso global compraram U$ 15
bilhões a menos em 2009".
O fato é que em 2009, o comércio
exterior brasileiro registrou uma forte queda de 24,3% sobre 2008. Ou seja, a
corrente de comércio do Brasil com o resto do mundo (exportações importações)
foi de US$ 281 bilhões (em 2009), ante US$ 371 bilhões em 2008. Essa retração
foi conseqüência da crise financeira internacional, que levou a uma redução
generalizada da demanda mundial por bens e serviços, contribuído para uma forte
desvalorização nos preços internacionais de commodities agrícolas e minerais.
Mas nunca em função de uma divulgação "exagerada" das potencialidades
do Brasil.
Alguns criticam, igualmente, o
investimento em publicidade, tão legítimo quanto, e que massifica a imagem da
atual gestão e conquista, naturalmente, a simpatia da população. Qual o mal
nisso? Sem falar do investimento em comunicação e publicidade no exterior
contribuir para consolidar o Brasil como destino turístico e captar empresas
para investirem no nosso País. O que também considero muito legítimo. Aqui não
entro no mérito se o Lula se aproveitar de forma exacerbada ou não desses
investimentos, e sim sobre a legitimidade de empresas, sejam públicas ou
privadas, investirem em comunicação corporativa, propaganda e publicidade. Isso
até como forma de prestar contas à opinião
pública do que está sendo feito
com o dinheiro arrecadado pelos impostos pagos
pelos cidadãos.
Ademais, ele é o maior
"gestor da conta" e tem todo o direito de ser o porta-voz dos
resultados. Ninguém (nem jornalistas, nem publicitários) deve gerar notícias ou
anúncios sem informações verdadeiras. A nossa matéria-prima é a informação
precisa, correta, que gere interesse do público. O errado seria uma empresa de
comunicação criar uma imagem inexistente e mentirosa de qualquer instituição
que seja. Isso, sim, seria
gravíssimo! Mas aí já seria uma
discussão do ponto de vista ético. Nossa
matéria-prima é a informação precisa, correta, que gere interesse do
público. O errado seria criar uma imagem
inexistente e mentirosa.
Marcos André Borges é jornalista,
consultor em comunicação, diretor da VSM Comunicação e diretor do Nordeste do
Sindicato Nacional das Empresas de Comunicação Social (Sinco).
UmaOlivetti,
trêsestudantes de jornalismo e um sonho. Assim, há 20
anos,nascia aVSM Comunicação. Inaugurava-se uma nova
etapa dojornalismo no Ceará. Inicialmente, uma agência
queatuavaapenas nas áreas de projetos editorias e assessoria
deimprensa.Hoje, com atuação nas mais
diversasaéreas dacomunicação corporativa: indo
desde um simplesnewsletter, passando pelas mais variadas ferramentas
derelações públicas, até asmais
complexasações de gestão
dacomunicação emsituações de crise de
imagem das corporações.
Em 1989, quando surgiu a VSM, não dispúnhamos
decomputadores nem existiam os celulares. Os jornais se restringiam
aeditorias de economia, política, cidades,
nacional,polícia, primeiros e segundos cadernos, este com temas
bemabrangentes. Vinte anos depois, os jornais estão cada
vezmaissegmentados com editorias, suplementos ou páginas que
variamcomtemas dos mais diversos. As agências
decomunicaçãotambém precisaram compreender mais
sobre esses segmentosparapoder produzir conteúdo que
interessasse aos novos espaços da mídia.
Se a imprensa mudou, sua linguagem e suas ferramentas
tambémmudaram. Os veículos enxugaram
suasredações (comotodos os demais segmentos do mercado),
mas, por outro lado, ampliaramsua atuação. Hoje a maioria
tem suasversões online nos seus portais na internet. A
instantaneidade danotícianão é mais
privilégio da TV, nem mesmodorádio, que continua sendo um
dos veículos demaiorpenetração e capilaridade
junto àopinião pública nos tempos atuais.
Atualmente a mídia local é universal
evice-versa.Derrubaram-se os muros que delimitavam a
atuaçãodosmeios de massa. Não buscamos mais as
notícias.Elas nosperseguem. É a web 2.0. São os
twitters, os SMS,osblogs... Barack Obama usa o twitter como ferramenta
de relacionamento elançou mão do SMS para comunicar aos
eleitores onome doseu vice. Mas de nada adiantaria a
adoção dasnovastecnologias, se os empreendedores
continuassem pensando como naépoca das nostálgicas
olivettis. Afinal, sem umbom“software” (e uma conduta
ética), jamaisconseguiremos extrair um resultado
satisfatório, por melhorqueseja o “hardware”. Nesse
aspecto, o homem jamais será substituído.
Portanto, nesses anos de sucesso, o mérito maior cabe
aosprofissionais que fazem o segmento e o apoio dos colegas
deredação. A VSM teve apenas a oportunidade de
sairnafrente. O setor se profissionalizou, foram abertos novos postos
detrabalho para a categoria e a cada ano surgem novas empresas
nomercado. No Brasil, são mais de 1.200 que geram mais de
13milempregos diretos. E o melhor: o Ceará está
muitobemservido, com cerca de 15 empresas e com mercado em potencial
para osurgimento de outras. A maioria delas, nada deixa a
desejaràs grandes agências do País.